QUANDO SE TRATA DOS ANIMAIS. JOAQUIN PHOENIX NÃO ESTÁ DE BRINCADEIRA – por JASMIN SINGER W

Scans da revista disponibilizados por Joaquin Phoenix Updates.
Traduzido por JPBR.


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VEGNEWS: Ficamos impressionados com a forma como você usou suas plataformas e sucessos para falar sobre animais este ano. Como as pessoas que não são famosas podem fazer o mesmo?

JOAQUIN PHOENIX: Certamente em como você vive sua vida. Acho que influenciamos nossas famílias e amigos com nossas decisões. O veganismo é um estilo de vida – significa não usar animais de forma alguma. Eu acho importante aprender sobre nossos sapatos, bolsas e de onde tiramos o couro e nos educarmos o máximo possível. Muitas vezes, apenas assumir esse compromisso com um estilo de vida vegano, conversar sobre isso com seus amigos e publicar histórias pode ser bastante profundo. Foi realmente esse o nosso movimento desde o início: pequenos bolsos de pessoas que estavam se influenciando. Havia esses pequenos documentários underground que alguns milhares de pessoas viram, estavam sendo compartilhadas com amigos – isso ainda é realmente eficaz. E agora as mídias sociais oferecem às pessoas uma plataforma onde elas podem alcançar tantas outras.

VN: Sendo um ativista apaixonado por algum tempo, você já sentiu que os veganos mais novos, orientados para a alimentação, precisam levar a advocacia um passo adiante?

JP: Sempre luto com isso, de dizer as pessoas o que acho que deveriam fazer. Todo mundo tem que encontrar o caminho. Quando éramos mais jovens e nos tornamos veganos, não era por motivos de saúde, fizemos isso por causa das ramificações mentais de nossa compreensão da agricultura animal. Era realmente apenas compaixão, mas agora estamos nos conscientizando do impacto do nosso consumo está tendo em todo o planeta. E, portanto, não parece mais apenas uma escolha pessoal.

VN: Porque a taxa em que estamos consumindo produtos de origem animal está tendo um efeito real e devastador no planeta.

JP: Certo, e não apenas para os animais, mas para as pessoas. A taxa de produção que usamos na agricultura animal é um volume tão alto, tão acelerado, que é claro que está afetando negativamente as pessoas que trabalham no setor – trabalhadores predominantemente migrantes. Eles praticamente não têm advogados e nem apoio. A agricultura animal está destruindo as comunidades que são construídas em torno dos matadouros. E, portanto, está além do seu domínio pessoal de “Oh, eu gosto deste tipo de comida” ou “Oh, eu não gosto deste tipo de comida” ou “Eu acredito em compaixão”. Eu acho que existe a obrigação de aprender o máximo possível sobre os impactos que estamos tendo. Somos essa comunidade global e nossas escolhas estão afetando pessoas em todo o mundo. Isso é algo que deve ser considerado.

VN: Você já viu essas preocupações humanitárias levar as pessoas a ver que a agricultura animal é amplamente responsável pela destruição do nosso planeta?

JP: Sim, acho que as evidências se tornaram absolutamente esmagadoras, e é difícil recusar neste momento. Há uma mudança que estou vendo, mas também não é tanto quanto você gostaria. Eu estava conversando com minha irmã, Rain; minha irmã é vegana praticamente a vida toda, desde que ela tinha um ano de idade. E ela estava dizendo, quando assistiu a Cowspiracy (Documentário “Cowspiracy: O Segredo da Sustentabilidade”), que realmente galvanizou seu ativismo. Ela percebeu que eram mais do que apenas suas próprias crenças pessoais; isso a fez perceber que está tudo conectado. E quanto mais olhamos para esses dados e informações, mais acho que as pessoas começarão a fazer essa conexão e a mudar.

VN: Quando criança, como era seu relacionamento com os animais?

JP: Tínhamos cachorros. Eu sempre tive uma conexão com eles, obviamente, como a maioria das pessoas. Mas o que experimentamos quando crianças quando vimos peixes sendo apanhados e puxados neste barco, e depois jogados contra a parede para atordoá-los enquanto eles pulavam – nunca vimos peixes dessa maneira antes e não tínhamos conexão com eles. Eram peixes, que são uma das últimas coisas além dos insetos que as pessoas realmente consideram. As pessoas começam com animais domésticos e depois talvez mudam para a vida selvagem como elefantes, e talvez mudem para as vacas. E peixe é sempre a última coisa. Tipo, tenho amigos que dizem: “Sou vegetariana, mas às vezes eu como peixe”. Portanto, o peixe é a coisa mais difícil de antropomorfizar.

VN: Foi aquele momento, em que você e seus irmãos estavam assistindo aqueles peixes morrerem, quando tudo mudou para vocês?

JP: Sim. Ficou claro para nós, desde muito jovens, que o que estava acontecendo era uma injustiça. Foi uma exploração, uma violência – uma violência desnecessária. E fizemos essa conexão por conta própria, sem a solicitação de nossos pais. De fato, nós os desafiamos e ficamos com muita raiva de que isso fosse algo que estávamos sendo alimentados. Nós nunca fizemos essa conexão antes que um peixe já foi este ser vivo que merecia e tinha o direito à autonomia. E, para mim, muitas vezes há histórias de olhar nos olhos de uma vaca ou de um cachorro – alguém com quem nos sentimos mais conectados – e ter esse tipo de momento, uma epifania, de pensar: “Eu não tenho o direito de tirar esta vida para minhas próprias necessidades.” Ter esses momentos com peixes é meio raro, e foi um momento profundo para todos nós. E foi isso que começou o nosso veganismo.

VN: Muitas crianças se importam com os animais, e então as normas da sociedade parecem atrapalhar, e nossos instintos para ajudá-los, não machucá-los, são abafados. Como os adultos podem incentivar as crianças a manter contato com seus instintos para se importarem com os animais?

JP: Adoramos Procurando Nemo, Bambi – todos os filmes da Disney. Adoramos animais, adoramos observá-los, e ainda há essa desconexão entre esses animais e aqueles que consumimos. E não tenho certeza de como fazemos isso. Tenho amigos que sentem que precisamos ter muito cuidado em expor as crianças à verdade sobre o que acontece aos animais, animais que usamos como alimento. E tenho amigos que dizem: “Não quero doutrinar”, e fico tipo: “Do que você está falando? Toda porra de caixa de leite é doutrinação”. Quando você vê “vacas felizes” em uma fazenda em uma caixa de leite, está enviando uma mensagem clara de que você está bem com o que está acontecendo. Mas isso não é representativo ou indicativo de como são suas vidas. Então, eu não tenho certeza de qual é o saldo. Essa decisão pessoal é entre pai e filho, mas acho que precisamos ser honestos e combater as informações erradas que existem em um produto que usamos para alimentos e bebidas.

VN: Certo. Como as pessoas que criam seus filhos veganos, e outras dizem que estão pressionando suas crenças nas crianças. A paternidade não é fundamentalmente colocar suas crenças nas crianças?

JP: Sim, com certeza. E, novamente, como você disse, as crianças já são muitas vezes sensíveis a isso e provavelmente fariam essa escolha por conta própria se não fossem incentivadas a fazer o contrário – se fossem realmente expostas à verdade. Você não precisa fazer lavagem cerebral ou tentar convencê-los de suas crenças. Se vocês apenas lhes mostrar a verdade, sem dúvida a maioria das crianças diria: “Eu não quero fazer parte disso”.

VN: Qual foi o processo de pensamento que levou à conscientização dos direitos dos animais no início deste ano, quando você sabia que o público estava tão entusiasmado com você?

JP: Antes de tudo, quero dizer que não foi nada que fiz sozinho. Tive grande apoio e muitos de nós comparecemos às cerimônias de premiação e pedimos que mudassem de cardápio. Começamos com a Hollywood Foreign Press, e eles foram muito acolhedores e compreensivos e queriam causar um impacto positivo. Depois que enviamos a carta e conversamos com eles sobre o efeito que a agricultura animal e as indústrias de carne e laticínios têm sobre a mudança climática, eles a reconheceram. Então, haviam muitas pessoas que contatamos e recebemos o apoio. E isso foi muito bom, porque eu não sabia como seria, como as pessoas reagiriam. Todos responderam, e isso fez uma enorme diferença.

VN: Isso foi apenas o começo. Seu discurso no Oscar – e toda a sua série de discursos na temporada de premiação sobre racismo sistêmico, misoginia e outras questões sociopolíticas – foram monumentais.

JP: Obrigado. Eu acho que não sabia como as pessoas responderiam a eles. Eu não sabia exatamente o que ia dizer nesses momentos, mas era obviamente algo que eu senti que tinha que fazer. Quero dizer, o que eu ia fazer? Me levantar e agradecer ao meu agente pela minha carreira? Eu estava olhando o panorama de todos esses vários problemas que estamos enfrentando como parte de nossas vidas diárias e estava pensando sobre o que deveria se tornar parte de nossa consideração – principalmente para aqueles que são compassivos e buscam justiça no mundo. Comecei a ver essas semelhanças e pensei: “Por que esses movimentos são separados em diferentes subcategorias, mesmo que estejam conectados?” E eu só queria fazer essa conexão. Simplificando, estamos falando de injustiça. Isso ficou muito claro para mim, então eu senti que tinha que falar sobre isso. No começo, tenho que dizer que foi aterrorizante e não sabia qual seria a reação. Mas eu tive que fazer.

VN: Você acha que começaremos a ver mais questões dos direitos dos animais no cinema?

JP: Eu não sei. Eu acho que sim, mas Hollywood tradicionalmente gosta das coisas que são seguras e conhecíveis para o público. Eu não sei sobre filmes narrativos, mas no streaming, certamente estamos vendo que a quantidade de documentários no mundo dos direitos dos animais é inacreditavelmente incrível. Eu não posso acreditar quantos incríveis existem. Então definitivamente parece haver uma plataforma para isso. Certamente estamos vendo isso com documentários, e é realmente emocionante. Estou tentando ser realmente ativo nesse mundo e desenvolvendo vários documentários.

VN: Você tem esperança de que nossa negligência aos animais possa mudar ao longo de nossa vida?

JP: Absolutamente. Quero dizer, ouça: houve um crescimento exponencial do veganismo nos últimos anos. É surpreendente. Eu acho que sempre temos que ter esse senso de otimismo e crença de que podemos fazer essa mudança. E há mais pessoas por aí do que nunca falando sobre isso. Temos apoio da comunidade e da área médica, por isso tenho essa esperança. Eu tenho que manter esse senso de otimismo; caso contrário, a destruição e o massacre se tornam tão esmagadores que eu só quero desaparecer. Então eu tenho que acreditar que podemos fazer essa mudança, e eu acredito nisso.

VN: Concordo. A esperança pode ser usada como uma estratégia. Nem sempre acordamos esperançosos, mas podemos optar por ser.

JP: Exatamente. Quero dizer, olhe, é muito difícil. Eu vou até a vigília dos porcos [Los Angeles] e vejo os caminhões entrando, um após o outro, e estou cheio de tanta raiva, tristeza e confusão que é muito fácil cair em um lugar de desesperança. Eu só tenho que me lembrar dos grandes avanços que fizemos como comunidade. E acho que o que me deixa otimista é ver as pessoas, os ativistas que continuam aparecendo todos os dias, semana após semana, que trazem seus filhos e suas famílias e fizeram mudanças grandes, drásticas e radicais em suas vidas. Isso me dá esperança.

Joaquin Phoenix juntou-se a mais de 100 ativistas dos direitos dos animais em uma vigília para homenagear Regan Russell, do lado de fora do matadouro Farmer John, em Vernon, Califórnia, na noite de quinta-feira.

A ativista Regan Russell foi morta na semana passada por um caminhão que transportava porcos para o abate nos arredores de Toronto.

Via laanimalsave IG
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Em uma declaração obtida pela PEOPLE, Phoenix disse: “Regan Russell passou os momentos finais de sua vida, confortando porcos que nunca experimentaram o toque de uma mão amável”.

“Embora sua trágica morte tenha causado profunda tristeza na comunidade Animal Save, honraremos sua memória enfrentando vigorosamente as crueldades que ela tanto lutou para evitar, marchando com Black Lives, protegendo os direitos indígenas, lutando pela igualdade LGBTQ e vivendo um vida vegana compassiva “, disse ele.

“O governo de Ontário pode tentar nos silenciar com a aprovação do projeto de lei Ag-Gag – Bill 156 -, mas nunca iremos embora e nunca iremos recuar”, disse ele. “Meu coração está voltado para a comunidade Toronto Animal Save e para o parceiro de Regan, Mark Powell.”

Parte da luta de Russell foi revogar um novo projeto de lei aprovado em Ontário, o Projeto de Lei 156, que em breve tornará ilegal para alguém estar em propriedade privada, como fazendas onde geralmente são mantidos animais destinados ao abate.

Vídeo por animalalliancenetwork.
Foto por Robert Sud
VIA LAANIMALSAVE

Por LINDSEY BAHR // Traduzido por JPBR
Fotos: RIO ASCH PHOENIX / Warner Bros


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JOAQUIN Phoenix tem sido amplamente elogiado por seu papel transformador do homem que se torna o Coringa no novo filme que chega aos cinemas. Embora ele não goste de falar sobre prêmios, muitos acreditam que este pode ser o ano em que ele finalmente vai ganhar um Oscar.

Em uma entrevista, o ator de 44 anos, falou sobre seu processo, por que ele não quer necessariamente revelar como ele fez isso e o momento que ele se preocupou que Robert De Niro jogasse um cinzeiro em sua cabeça.

Ao se sentir inseguro sobre seus métodos:

“Parte disso parece pessoal. Eu não sei. Talvez eu também fique inseguro e fale: ‘Ele não deveria estar lendo isso. Isso é uma coisa estúpida de se ler. Quem estudaria isso?’ “

“Eu tenho medo de dizer algo que haverá outro grande ator que admiro que fica tipo ‘Esse cara não sabe o que está fazendo. Essa é uma ideia terrível. Por que você estudaria isso?’ “

Na perda de peso de 23 kg:

“Quando você atinge o peso desejado, tudo muda. Como muito do que é difícil é acordar todos os dias e ficar obcecado por 0,3 libras (135g). Você realmente desenvolve um distúrbio. Quero dizer, é selvagem.”

“Mas acho que o mais interessante para mim é o que eu esperava e previ com a perda de peso: sentimentos de insatisfação, fome, certo tipo de vulnerabilidade e fraqueza. Mas o que eu não previa era esse tipo de fluidez que eu sentia fisicamente. Eu senti como se pudesse mover meu corpo de maneiras que eu não era capaz antes. E acho que isso realmente se prestou a parte do movimento físico que começou a emergir como uma parte importante do personagem. ”

Ao encontrar os movimentos de dança do Coringa:

“Eu acho que o que mais me influenciou foi Ray Bolger… Havia uma música em particular chamada The Old Soft Shoe que ele tocou e eu vi um vídeo e essa arrogância estranha foi quase nos movimentos dele e, na verdade, eu simplesmente roubei dele. Ele faz isso erguendo o queixo.”

“Esse coreógrafo Michael Arnold me mostrou esse e vários vídeos, e eu me concentrei nele. Aquele era o Coringa, certo? Há uma arrogância para ele, realmente. Essa foi provavelmente a maior influência. Mas também discoteca.”

Sobre as vantagens de experimentar:

“Parecia haver um número infinito de maneiras de interpretar cada momento ou como ele poderia se comportar a qualquer momento. E não havia nada que não fizesse sentido. Então, nós fizemos cenas de várias maneiras diferentes, algumas que eu chorava e outras que eu fazia piadas e outras que eu ficava com raiva e seria a mesma cena e todas elas faziam sentido e isso é tão raro.”

“Há algo realmente empolgante nisso, porque mantém você nesse estado de investigação perpétua e tentando encontrar algo novo.”

“Acho que o diretor e co-roteirista Todd (Phillips) e eu estávamos sempre trabalhando para tentar surpreender um ao outro com alguma ideia.”

“Nunca houve um momento em que me senti completamente relaxado. Eu estava sempre procurando por outra coisa. E há algo muito emocionante nisso. É muito divertido atuar dessa maneira. Muitas vezes, é o contrário.”

E as desvantagens:

“Pela primeira vez em provavelmente 25 anos, assisti diários*. Então, Todd e eu conversávamos sobre quais tomadas pensávamos que funcionavam.”

“Mas minha cena favorita – o que nós dois pensamos ser minha melhor cena por causa de uma cena em particular -, não está no filme. É um clichê, mas é um quebra-cabeça. Então você tira essa cena e ela afeta a cena seguinte. Portanto, uma tomada que poderia ter sido realmente ótima não funciona mais.”

“A melhor decisão para o final de seu discurso sobre Murray Franklin (apresentador do talk show de Robert De Niro) simplesmente não funcionou. Foi uma tomada realmente boa por si só, mas cortou tudo o que simplesmente não funcionou.”

“Uma tomada anterior, que não achei muito boa, foi a que funcionou melhor”.

Ao falar sobre o personagem de De Niro:

“Foi uma das minhas partes favoritas, dizendo ‘Murr-AY’. Todd também adorou. E quando fiz isso, pensei: De Niro vai jogar um cinzeiro em mim?”

  • Diários: Na produção cinematográfica, os diários são as filmagens brutas e inéditas feitas durante a realização de um filme.

Joaquin Phoenix é capa da revista GQ British, edição de Maio de 2020. A revista trás uma matéria sobre sua vida e carreira, que pode ser lida aqui (em inglês).


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O Conselho da Cidade de Los Angeles aprovou ontem por unanimidade uma moção para Los Angeles se desfazer de empresas que lucram com o desmatamento da Amazônia. Joaquin Phoenix e Moby estavam presentes.


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Créditos/Fontes:
Twitter @ANDYSHRADER
Twitter @DAVIDERYU
Twitter @NRDC
Twitter @PAULKORETZCD5

Aconteceu ontem a premiação anual do Oscar e Joaquin Phoenix foi premiado na categoria de Melhor Ator, por seu trabalho no filme ‘Coringa’.

O filme, que concorria em 11 categorias, recebeu o prêmio de Melhor Trilha Sonora.

Confira abaixo o discurso de Joaquin legendado:

As fotos na galeria serão postadas ao longo do dia!


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Após 14 semanas de protestos contra as mudanças climáticas em Washington, DC, Jane Fonda levou ontem seu comício “Fire Drill Friday” para o oeste pela primeira vez, liderando centenas de apoiadores ambientalmente conscientes na prefeitura de Los Angeles.


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 De uma maneira típica, uma Fonda de casaco vermelho trouxe vários amigos famosos, incluindo Joaquin Phoenix, Rooney Mara, Kate Mara, Norman Lear, Brooklyn Decker, June Diane Raphael, Paul Scheer, Paul Scheer, Rainn Wilson, Bonnie Wright, Rosanna Arquette e Catherine Keener. Os atores atuaram como apresentadores de ativistas. Joaquin apresentou a ativista da justiça ambiental Nalleli Cobo.

Após a manifestação, os apoiadores marcharam pelo centro de LA em um ato de desobediência civil, mas, ao contrário de Washington, DC, nenhuma prisão foi feita. 

Fonte.

Atualmente em Londres, Joaquin Phoenix se juntou ao Earthlings Experience para ajudar a aumentar a conscientização e compartilhar a verdade sobre a injustiça e o sofrimento em massa que animais estão enfrentando todos os dias no mundo inteiro por causa de nossas escolhas.

Você pode encontrar mais informações e também participar de um grupo perto de você ou começar o seu próprio em www.theearthlingsexperience.com


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Credits/Sources:
theearthlingsexperience IG
EARTHLINGSFILM IG
SUNFL0WERWARRI0R IG
VEGANMAGICK IG
VEGAN_REY TWITTER

O astro de Hollywood Joaquin Phoenix incentivou as pessoas a “se tornarem veganas” enquanto liderava um protesto pelos direitos dos animais no centro de Londres.


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Phoenix – indicada ao Oscar e ao BAFTA – juntou-se a ativistas na Tower Bridge, enquanto colocavam uma faixa de 390 metros quadrados declarando: “A agricultura industrial destrói nosso planeta. Seja vegano”.

O ator de 45 anos participou da manifestação antes da cerimônia de premiação do BAFTA de domingo, onde está concorrendo ao prêmio de melhor ator principal por seu papel no filme “Coringa”.

É a mais recente campanha de protesto de Phoenix, que é um firme ativista dos direitos dos animais e é vegano desde os três anos de idade.

Falando à Lucy Cotter, da Sky News, ele disse: “As pessoas não estão em pânico da maneira que deveriam. Estes são tempos muito terríveis e, por isso, senti que precisava fazer algo. Temos uma responsabilidade pessoal de agir no momento. Uma maneira de mitigar a mudança climática é ajustando nosso consumo e adotando plantas. Sinto que às vezes isso não está sendo discutido o suficiente. Isso é uma emergência. Temos que fazer tudo o que pudermos para tentar reduzir nosso impacto nas mudanças climáticas”.

Phoenix também respondeu às críticas crescentes de que as pessoas em indústrias cheias de glamour, como os principais atores, não estão em posição de pregar sobre as mudanças climáticas porque vivem em um mundo de vôos frequentes e pegadas de alto carbono.

Ele disse: “Todos somos hipócritas de alguma maneira. Todos lutamos com o que é certo e cometemos erros. O setor consome muita energia e muitos recursos, portanto a maneira de mitigar isso é manter um estilo de vida vegano”.

Phoenix convenceu a Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood, a organização que administra o Globo de Ouro, a servir seu primeiro cardápio totalmente vegano no jantar repleto de estrelas da cerimônia, no mês passado.

Ele disse: “Eu acho que isso faz parte do nosso apelo às cerimônias de premiação, porque há tantas pessoas participando dos prêmios e dos carros que eles usam – a única coisa que eles podem fazer é fazer a refeição à base de plantas. Acho que precisamos apenas encontrar esse equilíbrio. Ninguém é perfeito, mas todos estamos tentando descobrir isso. Em vez de julgar e atacar um ao outro, devemos tentar ajudar um ao outro e educar um ao outro sobre como podemos mudar. Há muitas melhorias que posso fazer na minha própria vida e estou tentando fazer isso.”

O protesto foi em apoio à Animal Equality (Igualdade Animal), uma organização internacional que trabalha com a sociedade, governos e empresas para tentar acabar com a crueldade com animais.

Fonte: wessexfm.com

Aconteceu hoje em Londres uma festa para os indicados ao BAFTA 2020! Joaquin esteve presente. Confira em nossa galeria as fotos em HQ:


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A cerimônia de premiação do BAFTA acontece amanhã às 18:00 (no horário de Brasília) e será transmitida pelo canal BBC One. Não será transmitido por nenhum canal no Brasil. Estaremos fazendo cobertura do evento a partir das 15:00 em nosso twitter @jphoenixbrasil.

Joaquin Phoenix esteve presente hoje em um evento feito especialmente para os indicados ao Oscar 2020, em Londres. Confira as fotos em HQ em nossa galeria:


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Joaquin Phoenix foi visto ontem no set de filmagem do novo filme de Mike Mills, em New Orleans.


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Fonte: DailyMail.