O Coringa de Joaquin Phoenix promete ser uma versão violenta e sombria do vilão – que se mostrou controverso ao mesmo tempo em que conquistou o burburinho do Oscar. Phoenix, como seria de esperar, sabe que seu personagem não é o mais fácil de se relacionar.

“Eu gosto que não haja uma resposta fácil”, disse ele à revista SFX, em sua última edição. “E eu gosto que algumas pessoas digam: ‘Foda-se ele, ele é um narcisista, ele não tem empatia.’ Eu acho isso importante. É emocionante para mim, olhar para um personagem dessa maneira.”

Um assunto que já foi abordado em muitas críticas é a violência no filme, algo com o qual Phoenix não tem um grande problema.

“Não sei quantas pessoas morrem em Vingadores, mas morrem muitas”, continua ele. “A violência nesse filme é imediata e na tela, e um pouco mais visceral e crua”.

“Mas sim, eu não tive nenhuma hesitação sobre isso. Você sempre quer que pareça real, e você quer que a pouca violência que tenhamos tenha um impacto. O que acontece em muitos filmes é que você fica entorpecido, matam 40.000 pessoas, e você não sente nada. Enquanto é uma história fictícia em um mundo fictício, você sempre quer que pareça real. Tudo o que acontece neste filme (Coringa) no que diz respeito à violência, você sente.”

Phoenix, junto com o diretor de “Coringa”, Todd Phillips, falou longamente sobre o novo filme na última edição da revista SFX, que está nas bancas agora (EUA).

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